domingo, 17 de março de 2013

Moisés, Jesus, Bíblia, História e Marketing.



Não sou um historiador, nem um estudante de marketing, provavelmente não usarei termos técnicos, mesmo porque eu não os possuo, Mas, usarei um pouco de tudo para tentar explicar o que seria a Verdade de Deus, através da Bíblia, Moisés, Jesus, a História e o próprio Marketing.
Começarei por duas premissas básicas, aquelas que: “A verdade, que, em qualquer situação, sempre virá à tona, não importa o tempo que leve...” e “Mentira tem ‘perna curta’, ou seja, logo se é desmascarada e cai no esquecimento, não faz parte da história.”
Vou falar primeiro da inerrância bíblica, baseada na premissa que “Mentira tem ‘perna curta’”.
Muitos são aqueles que julgam ser o ‘dono da verdade’, dizendo que a Bíblia é um livro de histórias, algo escrito por homens, que muita coisa fora alterado, muita coisa ali é mentira, é algo apenas para dilubriar as pessoas que não tem QI e extorqui-las.
Pois bem, a última parte, de fato tem ocorrido em algumas “Igrejas” hoje em dia, e na verdade sempre ocorreu, seja na Igreja Católica, seja na Protestante, porém, elas são administradas por homens, que em muitas dessas situações utilizam de falsas, ou interpretações próprias por pessoas que visam o lucro ou o bem estar próprio. Assim como na área Jurídica há advogados que sentem prazer em burlar lei, Juízes que ao invés de ser exemplo à sociedade se utilizam do cargo e poder para beneficio próprio, assim como médicos, professores, bancários, policiais e etc.
Quando nós falamos em Bíblia, falamos em (no mínimo) duas culturas distintas entre si: A Judaica e a Cristã. Visto que, uma não é nada sem a outra. Para quem não sabe – e são muitos – o Antigo Testamento Bíblico é nada mais, nada menos que a Torá (o livro sagrado dos judeus, com Adão e Eva, Moisés, Davi...). E a parte do Novo Testamento, a partir do nascimento de João Batista – que fora pouco antes de Jesus. Ou seja, uma está ligada diretamente à outra.
Isso só afirma que, por mais de 2700 anos, temos a verdade sendo prescrita e vivida por muitos. A história contada. Pois, na escola mesma escola que se aprende sobre Cristovão Colombo, Pedro Álvares de Cabral, Napoleão Bonaparte, Mussolini, Adolf Hitler, Santos Dumont, Isaac Newton, Aristóteles, Platão, Alexandre o Grande, Cleópatra (os dois são citados do livro de Macabeus), se aprende sobre Moisés, Davi, Salomão, Nabucodonosor, Dário, Pilatos, Heródoto, Nero...
Todos esses últimos, extraídos da Bíblia e de escritas descritivas da sua época por escribas e historiadores como Flávio Josefo.
Então eu pergunto, Adolf Hitler fora uma mentira? Isaac Newton, fora uma mentira? Aristóteles, Platão, Santos Dumont, entre outros, foram mentiras? Creio que não. Da mesma forma que a história nos mostra que eles existiram e foram conhecidos em sua época por feitos, muitas vezes catastróficos, mas existiu, o fato que fica é que:
- O que nos interessa acreditar é a verdade ou somente o que ME INTERESSA?
Muito tenho pensado sobre esse tema. Para várias pessoas, a VERDADE só é boa se é boa para ela, de resto torna-se mentiras, falácias e historinhas.
Aquilo que nos confronta, é facilmente contornado com outros afazeres, ou simplesmente ignorado, pois, o ‘eu próprio’, tem que falar mais alto. Primeiramente o ‘meu prazer, minha satisfação’, após isso, nada mais interessa.
O que diz a Bíblia é tão certo que até hoje, nada tem sido provado o contrário. Quando lemos a Bíblia, mesmo ela tendo uma datação tão longínqua, ela nos é tão atual e próxima. Muitos que lêem a Bíblia hoje têm a ignorância de achar que quem de fato escreveu – o historiador, escriba – tinha ferramentas como Twitter, Youtube, Google Earth e Wikipédia, para ser extremamente preciso em seus relatos, medições e localizações geográficas. Quando se lê a Bíblia, temos de ter algumas noções sobre que há 20 anos, por exemplo, a internet era pra poucos, celular então, DVD era coisa raríssima, TV de plasma e LCD era coisa futurista. Agora, quanto mais há mais de dois mil anos atrás? As informações eram limitadas, mas muitas assertivas em comparações a diversos pontos de vista a sua época. É um livro perfeitamente compatível para com o tempo em que fora escrito, aliás, extremamente à frente do seu tempo.
Alguns exegetas afirmam que até o tempo de Salomão, a história era contada de geração em geração, de pais para filhos, para netos (Deuteronômio 6.7 E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.”). E Salomão como rei, mandou seus escribas escreverem a história de seu povo, afim de que ela não fosse apagada com o tempo. E não foi.
Moisés foi o primeiro ‘marqueteiro’ visionário de sua época, pois ele ‘vendia’ um produto PERFEITO, a liderança de Deus. Um homem que guiou um povo por pura liderança, não por mão de ferro. Um homem que fez história através do ‘marketing’ pessoal. Um líder extremamente justo.
Moisés lembrou o povo judeu de quem eles eram – Moisés tinha acesso à história de seu povo por ter sido criado sob os palácios do Faraó, não somente um povo escolhido por Deus, mas um povo que tinha a liberdade como premissa, não a escravidão. Um povo que o amor à família estava acima do dinheiro e do conforto. Demonstrou que ele era capaz de liderar um povo, sem dinheiro, sem exército, sem palácio.
Assim como em muitas situações hoje, precisamos desse tipo de liderança, que nos faça subir sem derrubar, sem pisar em ninguém, sem levar vantagem alheia. Lembro de uma frase, na verdade de um lema que os ‘lobinhos’ (aprendizes de escoteiros) usam: “Servir sempre!”, não quero entrar no mérito de quem inventou esse lema, ou o grupo que utiliza, mas em si, o que ele diz.
Foi isso que Moisés fez, serviu ao povo de forma exaustiva e digna. Fazendo com que seus atos fossem lembrados até a data de hoje.

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