Não sou um historiador, nem um
estudante de marketing, provavelmente não usarei termos técnicos, mesmo porque
eu não os possuo, Mas, usarei um pouco de tudo para tentar explicar o que seria
a Verdade de Deus, através da Bíblia, Moisés, Jesus, a História e o próprio
Marketing.
Começarei por duas premissas
básicas, aquelas que: “A verdade, que, em qualquer situação, sempre virá à
tona, não importa o tempo que leve...” e “Mentira tem ‘perna curta’, ou seja,
logo se é desmascarada e cai no esquecimento, não faz parte da história.”
Vou falar primeiro da inerrância
bíblica, baseada na premissa que “Mentira tem ‘perna curta’”.
Muitos são aqueles que julgam ser
o ‘dono da verdade’, dizendo que a Bíblia é um livro de histórias, algo escrito
por homens, que muita coisa fora alterado, muita coisa ali é mentira, é algo
apenas para dilubriar as pessoas que não tem QI e extorqui-las.
Pois bem, a última parte, de fato
tem ocorrido em algumas “Igrejas” hoje em dia, e na verdade sempre ocorreu,
seja na Igreja Católica, seja na Protestante, porém, elas são administradas por
homens, que em muitas dessas situações utilizam de falsas, ou interpretações
próprias por pessoas que visam o lucro ou o bem estar próprio. Assim como na
área Jurídica há advogados que sentem prazer em burlar lei, Juízes que ao invés
de ser exemplo à sociedade se utilizam do cargo e poder para beneficio próprio,
assim como médicos, professores, bancários, policiais e etc.
Quando nós falamos em Bíblia,
falamos em (no mínimo) duas culturas distintas entre si: A Judaica e a Cristã.
Visto que, uma não é nada sem a outra. Para quem não sabe – e são muitos – o
Antigo Testamento Bíblico é nada mais, nada menos que a Torá (o livro sagrado
dos judeus, com Adão e Eva, Moisés, Davi...). E a parte do Novo Testamento, a
partir do nascimento de João Batista – que fora pouco antes de Jesus. Ou seja,
uma está ligada diretamente à outra.
Isso só afirma que, por mais de
2700 anos, temos a verdade sendo prescrita e vivida por muitos. A história
contada. Pois, na escola mesma escola que se aprende sobre Cristovão Colombo,
Pedro Álvares de Cabral, Napoleão Bonaparte, Mussolini, Adolf Hitler, Santos
Dumont, Isaac Newton, Aristóteles, Platão, Alexandre o Grande, Cleópatra (os
dois são citados do livro de Macabeus), se aprende sobre Moisés, Davi, Salomão,
Nabucodonosor, Dário, Pilatos, Heródoto, Nero...
Todos esses últimos, extraídos da
Bíblia e de escritas descritivas da sua época por escribas e historiadores como
Flávio Josefo.
Então eu pergunto, Adolf Hitler
fora uma mentira? Isaac Newton, fora uma mentira? Aristóteles, Platão, Santos
Dumont, entre outros, foram mentiras? Creio que não. Da mesma forma que a
história nos mostra que eles existiram e foram conhecidos em sua época por
feitos, muitas vezes catastróficos, mas existiu, o fato que fica é que:
- O que nos interessa acreditar é
a verdade ou somente o que ME INTERESSA?
Muito tenho pensado sobre esse
tema. Para várias pessoas, a VERDADE só é boa se é boa para ela, de resto
torna-se mentiras, falácias e historinhas.
Aquilo que nos confronta, é
facilmente contornado com outros afazeres, ou simplesmente ignorado, pois, o
‘eu próprio’, tem que falar mais alto. Primeiramente o ‘meu prazer, minha
satisfação’, após isso, nada mais interessa.
O que diz a Bíblia é tão certo que
até hoje, nada tem sido provado o contrário. Quando lemos a Bíblia, mesmo ela
tendo uma datação tão longínqua, ela nos é tão atual e próxima. Muitos que lêem
a Bíblia hoje têm a ignorância de achar que quem de fato escreveu – o
historiador, escriba – tinha ferramentas como Twitter, Youtube, Google Earth e
Wikipédia, para ser extremamente preciso em seus relatos, medições e
localizações geográficas. Quando se lê a Bíblia, temos de ter algumas noções
sobre que há 20 anos, por exemplo, a internet era pra poucos, celular então,
DVD era coisa raríssima, TV de plasma e LCD era coisa futurista. Agora, quanto
mais há mais de dois mil anos atrás? As informações eram limitadas, mas muitas
assertivas em comparações a diversos pontos de vista a sua época. É um livro
perfeitamente compatível para com o tempo em que fora escrito, aliás,
extremamente à frente do seu tempo.
Alguns exegetas afirmam que até o
tempo de Salomão, a história era contada de geração em geração, de pais para
filhos, para netos (Deuteronômio 6.7 “E
as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando
pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.”). E Salomão como rei,
mandou seus escribas escreverem a história de seu povo, afim de que ela não fosse
apagada com o tempo. E não foi.
Moisés foi o primeiro
‘marqueteiro’ visionário de sua época, pois ele ‘vendia’ um produto PERFEITO, a
liderança de Deus. Um homem que guiou um povo por pura liderança, não por mão
de ferro. Um homem que fez história através do ‘marketing’ pessoal. Um líder
extremamente justo.
Moisés lembrou o povo judeu de
quem eles eram – Moisés tinha acesso à história de seu povo por ter sido criado
sob os palácios do Faraó, não somente um povo escolhido por Deus, mas um povo
que tinha a liberdade como premissa, não a escravidão. Um povo que o amor à
família estava acima do dinheiro e do conforto. Demonstrou que ele era capaz de
liderar um povo, sem dinheiro, sem exército, sem palácio.
Assim como em muitas situações
hoje, precisamos desse tipo de liderança, que nos faça subir sem derrubar, sem
pisar em ninguém, sem levar vantagem alheia. Lembro de uma frase, na verdade de
um lema que os ‘lobinhos’ (aprendizes de escoteiros) usam: “Servir sempre!”,
não quero entrar no mérito de quem inventou esse lema, ou o grupo que utiliza,
mas em si, o que ele diz.
Foi isso que Moisés fez, serviu ao
povo de forma exaustiva e digna. Fazendo com que seus atos fossem lembrados até
a data de hoje.